Dentro dos meus olhos,
Buscaram a veneração de atos sem perdão.
Contemplei o fundo,
Senti o fracasso rindo
Com a queda de sonhos, esperanças, desejos...
Lamentei estar só,
Mesmo com tantas mãos próximas.
Não foram amigos, parceiros, ouvintes
E julgam merecer minha devoção.
Arrogantes hipócritas!
Saibam que a única mão
Digna de cobrar minha atenção
Foi a mesma a nada dizer
Em todos os dias sem adulação.
Perdido nos corredores da escuridão,
Não serão vocês o meu conforto.
Minha fortaleza, minha muralha, minha vida,
Sempre minha paixão.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário