Ondas obedecem teus caprichos,
Contornando as decisões
De sedutora figura.
Tomada pela correnteza,
Desfrutas da superfície no olhar,
Contemplas o submerso nos lábios
E apanhas as criações de Poseidon.
Penetras o azul
Despistando barreiras,
Sendo mais confiante do que os próprios acertos.
Encantas minha teimosia
Com os movimentos de teu conjunto.
Afogo meus erros
Aos pés de teu hábitat,
Aguardando ansioso
Teu canto me dominar.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Primeira vez
Lembro do plácido sorriso
Escondido entre carteiras
No fundo daquele preparatório recinto de estudos.
Na tua imaginação não fulgurava quem era
O endiabrado a criar diversão
Na frente de teus raciocínios,
Mas tu desviaste a concentração.
Fios presos pela carcaça
Da principal arma dos poetas,
Calças alongadas
Enganando invejosas desprovidas de perfeição
E a blusa amarrotada
Ajustada aos contornos de teu divino desenho.
Na época, não quiseste tocar minhas emoções.
Porém, nos últimos amanheceres,
Teu brilho foi a prisão perpétua de meus quereres.
Escondido entre carteiras
No fundo daquele preparatório recinto de estudos.
Na tua imaginação não fulgurava quem era
O endiabrado a criar diversão
Na frente de teus raciocínios,
Mas tu desviaste a concentração.
Fios presos pela carcaça
Da principal arma dos poetas,
Calças alongadas
Enganando invejosas desprovidas de perfeição
E a blusa amarrotada
Ajustada aos contornos de teu divino desenho.
Na época, não quiseste tocar minhas emoções.
Porém, nos últimos amanheceres,
Teu brilho foi a prisão perpétua de meus quereres.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sou teu
Madrugadas clamei um nome que pudesse
Dançar no topo de minhas ambições.
Almejava um ombro para derramar
As frustrações do futuro.
Observava o silêncio
Em busca de uma atração
Para meu prazer.
Caçava cada segundo da felicidade
Tentando imaginar alguém para brindar.
Por todos os passados infames
Dessa história mal contada,
Asseguro com o sangue
Escorrido destes olhos,
Perderia a ternura do luar
E o canto do sol
Só para deitar mais um minuto
Ao lado teu.
Dançar no topo de minhas ambições.
Almejava um ombro para derramar
As frustrações do futuro.
Observava o silêncio
Em busca de uma atração
Para meu prazer.
Caçava cada segundo da felicidade
Tentando imaginar alguém para brindar.
Por todos os passados infames
Dessa história mal contada,
Asseguro com o sangue
Escorrido destes olhos,
Perderia a ternura do luar
E o canto do sol
Só para deitar mais um minuto
Ao lado teu.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Amar...
Amar...
Ser teu amante
Independente das tempestades
Que insistirem em romper
Nosso harmônico desejo.
Ser teu amigo
Mesmo nos dias
Em que a solidão
For tua única exigência.
Ser teu companheiro
Apoiando teus passos
Em cada decisão certa ou errada
De tua jornada.
Ser teu confidente
Nos momentos em que tua alma
Buscar absolvição
Por todos os segredos
Enjaulados com sete cadeados
Na tua cansada mente.
Ser teu conforto
Nas decadentes noites
Forjadas na tristeza
De teu duro cotidiano.
Amar...
Ser tudo e nada
Na vida de minha
Sempre bela carioca.
Ser teu amante
Independente das tempestades
Que insistirem em romper
Nosso harmônico desejo.
Ser teu amigo
Mesmo nos dias
Em que a solidão
For tua única exigência.
Ser teu companheiro
Apoiando teus passos
Em cada decisão certa ou errada
De tua jornada.
Ser teu confidente
Nos momentos em que tua alma
Buscar absolvição
Por todos os segredos
Enjaulados com sete cadeados
Na tua cansada mente.
Ser teu conforto
Nas decadentes noites
Forjadas na tristeza
De teu duro cotidiano.
Amar...
Ser tudo e nada
Na vida de minha
Sempre bela carioca.
Quem pretendo enganar
Não venhas com tua doce boca
Adormecer minhas vontades.
Sou imune às curvas do Éden
E não serei julgado
Pelo carinho de macios gestos.
Tua sensualidade não tocará mais minha porta
E o horizonte esquecerá
Os passos de deslumbrante beleza.
Correrei contra as marés de desejo
E dormirei sozinho nas areias escaldantes
De minhas recordações...
Ah, maldita tentação!
Só um incapaz não notaria que,
Por apenas um sorriso,
Mostrarei ao mundo o quanto admiro
Tua presença ao lado de minhas ambições.
Adormecer minhas vontades.
Sou imune às curvas do Éden
E não serei julgado
Pelo carinho de macios gestos.
Tua sensualidade não tocará mais minha porta
E o horizonte esquecerá
Os passos de deslumbrante beleza.
Correrei contra as marés de desejo
E dormirei sozinho nas areias escaldantes
De minhas recordações...
Ah, maldita tentação!
Só um incapaz não notaria que,
Por apenas um sorriso,
Mostrarei ao mundo o quanto admiro
Tua presença ao lado de minhas ambições.
Sobre ela
Incontáveis vezes despenquei sorridente
No paraíso esverdeado
De teus incandescentes olhos.
O áspero destino entregue pela vida
Nos seus dias de ironia
Não seria mais meu
Se não fosse tua presença segurando minha mão
Nas vezes em que minha existência
Admirou o fundo do precipício.
Não és apenas
Uma inestimável amiga,
És a parte que me completa
Em todo amanhecer.
Minhas quatro paredes
Não mais ouvirão tocantes declarações noturnas
Se o teu colo por um acaso desgovernado
Abandonar meu caminho.
Poderia escrever por horas
E mesmo com tanto esforço
Nunca chegaria perto
De expressar o que teus beijos
Fazem por mim.
No paraíso esverdeado
De teus incandescentes olhos.
O áspero destino entregue pela vida
Nos seus dias de ironia
Não seria mais meu
Se não fosse tua presença segurando minha mão
Nas vezes em que minha existência
Admirou o fundo do precipício.
Não és apenas
Uma inestimável amiga,
És a parte que me completa
Em todo amanhecer.
Minhas quatro paredes
Não mais ouvirão tocantes declarações noturnas
Se o teu colo por um acaso desgovernado
Abandonar meu caminho.
Poderia escrever por horas
E mesmo com tanto esforço
Nunca chegaria perto
De expressar o que teus beijos
Fazem por mim.
Um lago, um barco
Ouvia levemente águas bailando
Ao redor da velha embarcação.
Luzes em terra firme
Furavam o extenso lago
Tentando alcançar os risos que caminhavam
No espelho úmido das estrelas.
A lua me fitava
E eu me esforçava
Para devolver olhares,
Mas acabava por perdê-los de vista
No emaranhado de sonhos
Aflorados nas almas à minha volta
Naquela paz há tempos desprezada.
Envolvi meu braço na doce jovem,
Amante dos meus pecados mais profundos,
E apenas cerrei os olhos
Para sentir o sereno
Seduzir a felicidade
Naquela pequena incursão
Sobre a transparência gelada
De tal belo cenário.
Ao redor da velha embarcação.
Luzes em terra firme
Furavam o extenso lago
Tentando alcançar os risos que caminhavam
No espelho úmido das estrelas.
A lua me fitava
E eu me esforçava
Para devolver olhares,
Mas acabava por perdê-los de vista
No emaranhado de sonhos
Aflorados nas almas à minha volta
Naquela paz há tempos desprezada.
Envolvi meu braço na doce jovem,
Amante dos meus pecados mais profundos,
E apenas cerrei os olhos
Para sentir o sereno
Seduzir a felicidade
Naquela pequena incursão
Sobre a transparência gelada
De tal belo cenário.
Uma noite de descanso
Durma em paz,
Personificação dos meus devaneios.
Busque nos sonhos a tranqüilidade
Que o mundo vive a lhe privar.
Não se preocupe com os infortúnios
Da existência aqui fora,
Estarei ao seu lado
Por todo o adormecer
Lutando contra os demônios
Que tentarem ofender teu repouso.
Concentre-se apenas
Nas verdades adormecidas
Em seu travesseiro
E as pendências
Da frenética rotina,
Tua fiel acompanhante dia e noite,
Deixe por minha conta.
Personificação dos meus devaneios.
Busque nos sonhos a tranqüilidade
Que o mundo vive a lhe privar.
Não se preocupe com os infortúnios
Da existência aqui fora,
Estarei ao seu lado
Por todo o adormecer
Lutando contra os demônios
Que tentarem ofender teu repouso.
Concentre-se apenas
Nas verdades adormecidas
Em seu travesseiro
E as pendências
Da frenética rotina,
Tua fiel acompanhante dia e noite,
Deixe por minha conta.
Assinar:
Comentários (Atom)